Mostrar mensagens com a etiqueta eu. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta eu. Mostrar todas as mensagens
quinta-feira, outubro 13, 2011
Within Temptation!!!
Foi ontem, foi lindo, foi brutal, foi espectacular, foi... o máximo. Foi pena não me ter lembrado de levar a máquina fotográfica, mas depois também não ia conseguir pôr aqui. :-P
Seja como for, 20 horas depois, uma parte pequenina das minhas mãos ainda continua ligeiramente dormente de tanto bater palmas, e isso diz tudo. (Por tudo, entenda-se: estou a ficar cota, mas, principalmente, as muitas palmas que bati foram super-merecidas.) Resumindo, adorei e quero mais.
Seja como for, 20 horas depois, uma parte pequenina das minhas mãos ainda continua ligeiramente dormente de tanto bater palmas, e isso diz tudo. (Por tudo, entenda-se: estou a ficar cota, mas, principalmente, as muitas palmas que bati foram super-merecidas.) Resumindo, adorei e quero mais.
segunda-feira, outubro 10, 2011
Peça única e exclusiva :-)
A moda foi uma coisa que, pura e simplesmente, nunca me interessou. Logo, ser a orgulhosa dona de uma peça de roupa exlusiva, única em todo o mundo, foi algo que nunca me passou pela cabeça.
Mas hoje, que tenho uma vestida, tenho de admitir: sabe muito bem.
Pois, a foto tem de ficar para mais tarde quando aqui o Goyle deixar de ser tão igual a si próprio. :-P
PS - Bolas, não consigo mesmo, se calhar tem que ficar para o fim de semana. Computador parvo, grrrrr!
Mas hoje, que tenho uma vestida, tenho de admitir: sabe muito bem.
Pois, a foto tem de ficar para mais tarde quando aqui o Goyle deixar de ser tão igual a si próprio. :-P
PS - Bolas, não consigo mesmo, se calhar tem que ficar para o fim de semana. Computador parvo, grrrrr!
quarta-feira, setembro 21, 2011
quinta-feira, julho 10, 2008
O Pai Natal (e outras figuras)
Provavelmente por ter visto em algum episódio do Ruca ou afins, aqui há uns dias, a piolha estava a fazer alguma asneira de que já não me lembro e quando lhe chamo a atenção, diz-me: "Se a Daniela não se portar bem, o Pai Natal não traz prendas..."
Dilema: aproveito a deixa e deixo seguir? Não fui capaz de o fazer totalmente. Como quero preservar a história do Pai Natal, porque acho giro, lá lhe expliquei que sim, o Pai Natal só dá prendas aos meninos que se portam bem, mas que ela não se devia portar mal principalmente porque a mãe e o pai ficam tristes. Amamo-la sempre (tive que a descansar disso porque ela perguntou logo), mas ficamos triste se ela se portar mal. (Até porque o "portar mal" actual são principalmente fazer coisas potencialmente perigosas.)
De vez em quando lembra-se e lá volta a repetir a cena do Pai Natal (muitas vezes com a adição de também não ter árvore de natal :-S). E eu tento repetir-lhe sempre a parte de mim e do pai. Para quê cansá-la com muita conversa quando ela parece já saber a lição? Porque não gosto de delegar a educação da minha filhota a estranhos ou entidades imaginárias ou não. Pronto.
Dito assim, isto parece um bocado paranóico, mas é que já vem de longe, pelo menos desde o tempo em que trabalhei num parque de diversões e contactava com crianças e pais diariamente. E via muita coisa, e de algumas não gostava nada. Não me metia a não ser quando era directamente implicada no assunto, porque cada um sabe de si, mas não gostava e isso não mudou nada.
Por exemplo, não gostava quando diziam às crianças que não podiam andar porque eu ou os meus colegas não deixávamos. Não era por as crianças nos olharem como se fossemos "maus" (até porque quando elas me vinham perguntar directamente porque é que eu não as deixava andar e eu respondia - adequado à idade de cada um - que deixava andar qualquer pessoa que tivesse um cartão carregado porque esse era o meu trabalho, mas os pais é que sabiam se eles podiam andar ou não, os pais lançavam-me olhares bem piores), mas porque também via pais que explicavam as suas razões aos seus filhos e estes entendiam (quase) sempre tudo e resignavam-se (quase sempre) bem, e achava/acho esta maneira muito, mas muito, melhor.
O que eu odiava mesmo era quando tentavam insultar a inteligência das crianças, dizendo que o equipamento onde elas queriam andar estava avariado e fazendo-nos sinal para nós dizermos que sim, estava. Desculpem, mas quando me faziam isto era sempre ou quando o equipamento estava mesmo a funcionar, ou quando havia crianças lá dentro e o equipamento estava a segundos de funcionar. Logo, a minha resposta era: "Não, não está nada avariado!" A sério, o que é que eu podia dizer: "Está avariado sim, parece-te que está a andar, mas não, isso és tu a ter alucinações...." ou "Está avariado, pois, aquelas crianças ali dentro fazem parte da decoração e, quando parecer que isto está a andar, são só elas que se estão a mexer..."
E o que eu me passava quando davam a entender que as crianças não são pessoas! "Quanto custa isto?" "Blá, blá, blá por pessoa." "Ah, então as crianças não pagam?" "Pagam, é por pessoa, independentemente da idade." "Então, mas se é por pessoa, as crianças não deviam pagar..." E havia quem dissesse mesmo (muita gente) com um ar indignado: "Mas as crianças não são pessoas!..." Só me apetecia dizer-lhes que, sendo assim, não era permitida a entrada a animais, nem a extraterrestres, pelo menos até conhecermos as suas intenções...
Puf, puf... Isto tudo só para dizer que não gosto de dizer: "Se não te portas bem, vem o polícia e leva-te" e coisas que tais. Se a Daniela não se portar bem, o pai ou a mãe tentam agir de acordo com a asneira, e mais ninguém (de fora, pelo menos) é chamado para a conversa. É claro que isto não é fácil, nada. Aliás, fácil, fácil é dizer precisamente essas coisas e eu, que não sou perfeita nem nada que se pareça com isso, e que não gosto disso, já as disse. Já as disse, com certeza, em vezes que não me apercebi; já as disse e, apercebendo-me, tentei modificá-las para o que acho bem.
A última vez foi quando vinhamos a descer as escadas e ela gritou (porque faz eco e é muito giro). Depois calou-se, olhou para a porta do vizinho, e disse: "A Daniela não pode gritar porque o vizinho não quer." E eu engoli o meu pronto: "Pois não!" e lá passei à versão longa: " Não sei se o vizinho não quer porque ele nunca me disse nada, mas eu não quero que tu grites nas escadas porque o vizinho pode estar a dormir ou a descansar e depois acorda ou assusta-se..."
Era mais fácil ter aproveitado a deixa? Era, mas acho que assim também se aprende a respeitar os outros, e sem ser preciso ter medo deles. (Acho, que nisto de ser mãe eu, no fundo, no fundo, não sei nada.) ;-)
(Bolas, um post tão grande para, no fundo, dizer tão pouco... Eu devia era de ir para a política....)
(Se alguém chegou até aqui, desculpem ;-), isto é mais para eu me lembrar...)
Dilema: aproveito a deixa e deixo seguir? Não fui capaz de o fazer totalmente. Como quero preservar a história do Pai Natal, porque acho giro, lá lhe expliquei que sim, o Pai Natal só dá prendas aos meninos que se portam bem, mas que ela não se devia portar mal principalmente porque a mãe e o pai ficam tristes. Amamo-la sempre (tive que a descansar disso porque ela perguntou logo), mas ficamos triste se ela se portar mal. (Até porque o "portar mal" actual são principalmente fazer coisas potencialmente perigosas.)
De vez em quando lembra-se e lá volta a repetir a cena do Pai Natal (muitas vezes com a adição de também não ter árvore de natal :-S). E eu tento repetir-lhe sempre a parte de mim e do pai. Para quê cansá-la com muita conversa quando ela parece já saber a lição? Porque não gosto de delegar a educação da minha filhota a estranhos ou entidades imaginárias ou não. Pronto.
Dito assim, isto parece um bocado paranóico, mas é que já vem de longe, pelo menos desde o tempo em que trabalhei num parque de diversões e contactava com crianças e pais diariamente. E via muita coisa, e de algumas não gostava nada. Não me metia a não ser quando era directamente implicada no assunto, porque cada um sabe de si, mas não gostava e isso não mudou nada.
Por exemplo, não gostava quando diziam às crianças que não podiam andar porque eu ou os meus colegas não deixávamos. Não era por as crianças nos olharem como se fossemos "maus" (até porque quando elas me vinham perguntar directamente porque é que eu não as deixava andar e eu respondia - adequado à idade de cada um - que deixava andar qualquer pessoa que tivesse um cartão carregado porque esse era o meu trabalho, mas os pais é que sabiam se eles podiam andar ou não, os pais lançavam-me olhares bem piores), mas porque também via pais que explicavam as suas razões aos seus filhos e estes entendiam (quase) sempre tudo e resignavam-se (quase sempre) bem, e achava/acho esta maneira muito, mas muito, melhor.
O que eu odiava mesmo era quando tentavam insultar a inteligência das crianças, dizendo que o equipamento onde elas queriam andar estava avariado e fazendo-nos sinal para nós dizermos que sim, estava. Desculpem, mas quando me faziam isto era sempre ou quando o equipamento estava mesmo a funcionar, ou quando havia crianças lá dentro e o equipamento estava a segundos de funcionar. Logo, a minha resposta era: "Não, não está nada avariado!" A sério, o que é que eu podia dizer: "Está avariado sim, parece-te que está a andar, mas não, isso és tu a ter alucinações...." ou "Está avariado, pois, aquelas crianças ali dentro fazem parte da decoração e, quando parecer que isto está a andar, são só elas que se estão a mexer..."
E o que eu me passava quando davam a entender que as crianças não são pessoas! "Quanto custa isto?" "Blá, blá, blá por pessoa." "Ah, então as crianças não pagam?" "Pagam, é por pessoa, independentemente da idade." "Então, mas se é por pessoa, as crianças não deviam pagar..." E havia quem dissesse mesmo (muita gente) com um ar indignado: "Mas as crianças não são pessoas!..." Só me apetecia dizer-lhes que, sendo assim, não era permitida a entrada a animais, nem a extraterrestres, pelo menos até conhecermos as suas intenções...
Puf, puf... Isto tudo só para dizer que não gosto de dizer: "Se não te portas bem, vem o polícia e leva-te" e coisas que tais. Se a Daniela não se portar bem, o pai ou a mãe tentam agir de acordo com a asneira, e mais ninguém (de fora, pelo menos) é chamado para a conversa. É claro que isto não é fácil, nada. Aliás, fácil, fácil é dizer precisamente essas coisas e eu, que não sou perfeita nem nada que se pareça com isso, e que não gosto disso, já as disse. Já as disse, com certeza, em vezes que não me apercebi; já as disse e, apercebendo-me, tentei modificá-las para o que acho bem.
A última vez foi quando vinhamos a descer as escadas e ela gritou (porque faz eco e é muito giro). Depois calou-se, olhou para a porta do vizinho, e disse: "A Daniela não pode gritar porque o vizinho não quer." E eu engoli o meu pronto: "Pois não!" e lá passei à versão longa: " Não sei se o vizinho não quer porque ele nunca me disse nada, mas eu não quero que tu grites nas escadas porque o vizinho pode estar a dormir ou a descansar e depois acorda ou assusta-se..."
Era mais fácil ter aproveitado a deixa? Era, mas acho que assim também se aprende a respeitar os outros, e sem ser preciso ter medo deles. (Acho, que nisto de ser mãe eu, no fundo, no fundo, não sei nada.) ;-)
(Bolas, um post tão grande para, no fundo, dizer tão pouco... Eu devia era de ir para a política....)
(Se alguém chegou até aqui, desculpem ;-), isto é mais para eu me lembrar...)
quinta-feira, abril 03, 2008
Brincos - pela Mãe
Eu tinha 5 furos, 3 numa orelha, 2 na outra. Os primeiros dois foram feitos quando tinha para aí 11 ou 12 anos e estava a passar férias em casa de uma tia em Queluz. Vimos uns brincos muito giros que ela me queria oferecer, mas eram de furo e eu não tinha. Telefonámos aos meus pais para saber se eles me deixavam furar as orelhas, eles deixaram e lá fomos nós.
O 3º foi assim do nada. Estava na faculdade, não tinha tido aula, logo tinha um furo de 2 horas, e tinha acabado de me sentar no bar com uma amiga quando chegou um amigo nosso. Ora, ele queria ir fazer um furo numa orelha, mas estava a tentar arranjar mais alguém que também quisesse fazer porque assim pagavam a meias. Olha que boa ideia, pensei eu, e lá fomos nós. (O mais giro foi que eu fiz um furo, ele fez um furo e quem pagou foi a nossa amiga porque precisava de trocar dinheiro.)
O 4º e o 5º, para não destoar, também não foram planeados. Estava no Colombo com o Maridão e vimos uns brincos muito giros, mas que ficavam mesmo, mesmo bem era com os 3 que eu tinha postos na altura. Solução? Claro, até porque os brincos eram mesmo daqueles próprios para fazer furos e tudo. ;-)
Entretanto, assim andei até nascer a Filhota Linda. Deixei de os pôr porque queria estar completamente à vontade para a encher de mimos e carinhos sem me preocupar com o facto de a poder arranhar com os acessórios. Entretanto, perdi o hábito de os pôr todos os dias e acabei por me esquecer deles.
No Domingo passado, assim do nada, lembrei-me que tinha furos e lá fui ver como estavam... Agora só tenho 4 furos e meio, o 5º está meio aberto, mas não dá para usar... Hei-de voltar a fazê-lo um dia destes, talvez quando a minha filhota também quiser fazer os seus (porque palpita-me que ela vai querer)... Por enquanto fico com quatro...
O 3º foi assim do nada. Estava na faculdade, não tinha tido aula, logo tinha um furo de 2 horas, e tinha acabado de me sentar no bar com uma amiga quando chegou um amigo nosso. Ora, ele queria ir fazer um furo numa orelha, mas estava a tentar arranjar mais alguém que também quisesse fazer porque assim pagavam a meias. Olha que boa ideia, pensei eu, e lá fomos nós. (O mais giro foi que eu fiz um furo, ele fez um furo e quem pagou foi a nossa amiga porque precisava de trocar dinheiro.)
O 4º e o 5º, para não destoar, também não foram planeados. Estava no Colombo com o Maridão e vimos uns brincos muito giros, mas que ficavam mesmo, mesmo bem era com os 3 que eu tinha postos na altura. Solução? Claro, até porque os brincos eram mesmo daqueles próprios para fazer furos e tudo. ;-)
Entretanto, assim andei até nascer a Filhota Linda. Deixei de os pôr porque queria estar completamente à vontade para a encher de mimos e carinhos sem me preocupar com o facto de a poder arranhar com os acessórios. Entretanto, perdi o hábito de os pôr todos os dias e acabei por me esquecer deles.
No Domingo passado, assim do nada, lembrei-me que tinha furos e lá fui ver como estavam... Agora só tenho 4 furos e meio, o 5º está meio aberto, mas não dá para usar... Hei-de voltar a fazê-lo um dia destes, talvez quando a minha filhota também quiser fazer os seus (porque palpita-me que ela vai querer)... Por enquanto fico com quatro...
Sozinha em Casa - Parte Mãe
Há mais de 30 anos atrás, tinha eu pouco mais de um ano (segundo a minha mãe, que eu não me lembro de nada), e sabia andar... O meu irmão, que é quase 5 anos mais velho que eu, estava lá em baixo nas escadas a brincar com uma amiga (nós morávamos no 1º andar). Era hora de almoço e a minha mãe saiu de casa e desceu uns degraus para o chamar para ir comer. Aparentemente, eu fui atrás e fechei a porta. Ora, a minha mãe não tinha levado as chaves para ir só até ali e ficou portanto presa do lado de fora. Eu fiquei sozinha em casa, pela primeira vez na minha vida...
Pânico da minha mãe. Corre até à porta e começa a chamar-me e a pedir-me para abrir a porta... Mesmo que eu o soubesse fazer, não chegava lá, portanto... A minha mãe começa só a chamar por mim e, como eu não respondia de maneira nenhuma, nem sequer a chorar, ela pensa que eu estou em estado de choque. Começa-me a dizer para não ter medo, porque ela está ali e já, já vai ter comigo. Entretanto, manda o meu irmão pedir ajuda a alguém nas oficinas do outro lado rua para subir ao telhado de modo a chegar à nossa varanda de trás, partir um vidro e entrar para lhe abrir a porta. (Sim, isso requeria algum malabarismo, mas era possível.)
Ela continua a falar comigo através da porta e eu continuo sem fazer um som que seja... Minutos depois, lá o senhor lhe abre a porta de casa e ela entra disparada para me encontrar... na cozinha, já a comer o almoço do meu irmão porque o meu prato está limpíssimo.
Ou seja... Uma mãe aos gritos, claramente preocupada... Sozinha em casa... Minutos depois, um vidro parte-se e um estranho entra-me em casa... Esquece, são horas de almoço e... olha que giro, o meu irmão parece que não vem comer, não vou deixar aquela comida estragar-se...
Pânico da minha mãe. Corre até à porta e começa a chamar-me e a pedir-me para abrir a porta... Mesmo que eu o soubesse fazer, não chegava lá, portanto... A minha mãe começa só a chamar por mim e, como eu não respondia de maneira nenhuma, nem sequer a chorar, ela pensa que eu estou em estado de choque. Começa-me a dizer para não ter medo, porque ela está ali e já, já vai ter comigo. Entretanto, manda o meu irmão pedir ajuda a alguém nas oficinas do outro lado rua para subir ao telhado de modo a chegar à nossa varanda de trás, partir um vidro e entrar para lhe abrir a porta. (Sim, isso requeria algum malabarismo, mas era possível.)
Ela continua a falar comigo através da porta e eu continuo sem fazer um som que seja... Minutos depois, lá o senhor lhe abre a porta de casa e ela entra disparada para me encontrar... na cozinha, já a comer o almoço do meu irmão porque o meu prato está limpíssimo.
Ou seja... Uma mãe aos gritos, claramente preocupada... Sozinha em casa... Minutos depois, um vidro parte-se e um estranho entra-me em casa... Esquece, são horas de almoço e... olha que giro, o meu irmão parece que não vem comer, não vou deixar aquela comida estragar-se...
domingo, setembro 09, 2007
Aaatchim!!
E se eu já odiava andar constipada, agora que não posso devorar a carinha linda da minha filhota com beijos, grrrrrr.....
Subscrever:
Mensagens (Atom)
